Quinta-feira, 8 de Maio de 2008

É bruxedo!

Eu não acredito em bruxas, mas que as há, há! Já dizia o outro (só não sei que outro). E há por aí uma qualquer que não gosta nadinha de Noz e eu diria até que isto já é história para escrever um daqueles livros de estudo sobre bruxas. Senão, ora vejamos:

 

Capítulo I - Talos de Couve

Era de manhã e ao sair de casa, malas ao ombro, a mãe pede um chapéu de chuva. Liliana Coimbra, na sua boa fé, malas no chão, vai buscar o chapéu de chuva. Minutos depois, regressa a Liliana, chapéu de chuva com ela, malas no chão e carro nas malas.

Já passa da hora e a Liliana chega à escola. Marcas de roda nas malas, marcas de rodas nos cadernos. "Essa não é a mala do portátil?", "É..", "Então mas está tudo bem??", "Assim, de repente, parece".

Assim de repente parece mas não é. E atrasar o momento de abrir a criatura e ligá-la também não é, ao que nos pareceu, a solução indicada.

Chega a aula de Área de Projecto e a Liliana ainda de boa fé, já sem chapéu de chuva e novamente sem malas ao ombro, abre a criatura e nem chega a ligá-la. Foram-se os cristais líquidos. (e vejo-me no direito de gritar isto bem alto) FORAM-SE OS CRISTAIS LÍQUIDOS. E para os menos entendidos diga-se que sem cristais líquidos não há ecrã, que sem ecrã, não há computador - FOI-SE O COMPUTADOR - e ainda que numa pequena cirurgia se extraia o disco e os documentos, não há processador que se aguente com coisas tão pesadas. SIM, porque o Première era habitante da criatura amolada e a criatura amolada estava encarregue da edição do documentário!

 

Em conversa tardia com a mãe, ficou a saber-se que o amolar da criatura - carro nas malas - se deveu a uma forte insistência da parte do do carro, que pareceu sentir, debaixo da roda, um talo de couve!

 

Capítulo II - Minhocas e Cavalos de Tróia

Urgia encontrar um novo computador para trabalhar na edição do nosso projecto e, dado as capacidades necessárias, escolheu-se o meu computador para ir adiantando trabalho até o computador da Liliana estar pronto.

Dois dias e o dito novo escolhido começa a sofrer de uma obstipação aguda e viral. Em poucos minutos, o espaço livre sofria variações intensas: 13G; 4G; 2,75G; 162M; 72M. Não era difícil de prever mas nas mãos dos informáticos confirmava-se, mesmo com o último Kasperky instalado e actualizado no dito portátil, É VÍRUS (e mais uma vez, sinto-me no direito de gritar): worms, trojans. 27 bichos, veio a saber-se.

Desinfectado o computador, seria de esperar o regresso dos 13G, que sem eles o Première não se aguenta, mas bem podia esperar sentada, que ele voltou com 4G e não dá mais. "As razões? Não há razões", pelo menos plausíveis, que isto NÃO CABE NA CABEÇA DE NINGUÉM!

 

 

Nota de autor

Pede-se a todos os leitores que nos avisem mal obtenham qualquer tipo de informação sobre mezinhas, rezas e afins daquelas bem eficientes contra o mau olhado, bruxaria e respectivos filhos e enteados.

 

I.L.

 

 

Sentimo-noz: embruxadas!
A Ouvir: directamente do disco externo
Prateleiras:
Engendrado Por nozdoc às 00:01
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1 comentário:
De Syl a 26 de Maio de 2008 às 23:29
Eu acho que é mal de inveja. Vocês que acham?
É que uns e outros que nada fazem deitão olhos de mal para quem ao lado se "mete" sem medos na boca do lobo. Coragem! o Bem triunfará e o mal será castigado... (digo eu...)

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